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XXI SEMANA ESPÍRITA DE 20 A 27/01/2018

Reencarnação, encontros e reencontros.

 

A reencarnação é vista como um ir e vir ao corpo. Muitos ainda atribuem a reencarnação a uma de lei de Deus que pune e regula a vida de todos que foram bons ou maus na vida. É vista ainda como uma lei de Deus que se baseia em julgamento de certo e errado, absolvendo os bons e condenando os outros a pagar pelo mal feito. Entendida como uma lei que justifica as desigualdades sociais e a condição em que se vive na Terra.

É preciso atribuir à reencarnação, além do acima citado, o que pode nos trazer de profundas reflexões a respeito dessa lei que educa, que não nos pune nunca. Além de possibilitar ao Espírito o retorno ao corpo, reencarnar é uma oportunidade do espírito tomar consciência de quem ele é, do que veio fazer aqui, para quê está vivo, qual o propósito do existir. A reencarnação torna-se uma grande escola de tomada de consciência do ser imortal, oportunizando grandes experiências luminosas de educação da vida. Reencarnar, então, não é só ir e vir ao corpo. É, acima de tudo, um processo de educação do ser espiritual através das personagens às quais cabe ao Espírito conduzir em cada oportunidade reencarnatória.

Embora seja uma das leis de Deus, a reencarnação é moldada pela mente do Espírito que dirige a vida no corpo. As desigualdades e as injustiças sociais, bem como o que julgamos justiça social, não deve ser tudo atribuído à reencarnação. Muitas coisas são consequências da vida física, das escolhas feitas aqui e agora, outras que fazem parte das vicissitudes da vida no corpo. Não são necessariamente resultantes de uma programação reencarnatória. Portanto, faz-se necessário termos um olhar mais moderno e otimista sobre esse tema, pois ainda temos muito que aprender sobre a reencarnação.

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