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Aprendendo a Jogar

“Vivendo e aprendendo a jogar, vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar”.
Jogar é colocar-se à prova sem a pretensão de levar vantagens sempre; jogar é estar pronto para enfrentar os desafios com otimismo. Jogar é ter equilíbrio das emoções que se manifestam involuntariamente; é sentir o coração pulsar e seguir o ritmo que ele determina.
Jogar é promover a esperança não esquecendo que a derrota permeia o mesmo espaço; é estar preparado para as críticas daqueles que ficam na arquibancada projetando seus sonhos e expectativas nos nossos resultados.
Jogar é estar pronto para recomeçar quando o resultado não for o esperado.
Precisamos aprender a jogar na vida, não desistir diante as dificuldades, levantar,  se por acaso cair. Precisamos ter garra,  porque nem sempre a vitória poderá ser nossa. Os esforços dos nossos adversários certamente são semelhantes aos nossos, portanto esses não nos credenciam a obter a vitória sempre.
“Nem sempre vencendo nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar”.
Que aprendamos de fato a jogar com lealdade, respeitando nossos adversários como pessoas que se esforçam tão bem quanto nós e, quando formos derrotados no jogo, que continuemos jogando,  para, mais adiante, conquistarmos a vitória tão desejada, lembrando que as experiências nos amadurecerão para os futuros embates, nos tornando fortes o suficiente para enfrentarmos todo e qualquer desafio que a vida nos oportunize.
Jogar bem é sabedoria e exige de nós habilidades que muitas vezes não desenvolvemos, que aguardam o nosso aprendizado para a conquista do êxito.
Que o jogo da vida nos habilite a sermos mais humanos a cada dia, não esquecendo as regras que o próprio jogo nos impõe: que, independente do resultado, sigamos em frente, porque nem sempre quem ganha aproveita as vantagens da vitória, e nem sempre quem perde o jogo perde as possibilidades de voltar a jogar munido de ferramentas que possibilitem uma futura vitória.
Autora: Verônica Menezes