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Planos

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É comum as pessoas planejarem para suas vidas, de forma realizada, muitas coisas boas: um bom emprego, bom salário, carro, casa boa, um excelente casamento, filhos e família, dentro de uma expectativa muito favorável, deixando claro a forma idealizada desses desejos e projeções.

 É importante que as pessoas, de fato, queiram e busquem o melhor para si, que procurem construir com todo esforço os seus desejos de conquistar o mundo, mas é importante também criar o “plano B”, considerando que o anterior é o “plano A”. No “plano B” comporta tudo que não deu certo, tudo que não aconteceu como programado ou idealizado. Devemos entender que tudo que não pode ser realizado na idealização do “plano A” é porque precisamos aprender alguma coisa, rever os caminhos e as estratégias que foram seguidas, e refazê-los. Porém tem coisas que fogem de tudo o que pensamos, tudo que não conseguimos. Devemos pensar então se o que idealizamos não foi uma fantasia. Por exemplo, família. Todo mundo quer uma família perfeita e isso não é possível. Filhos perfeitos, casamento sem problemas, salário sem déficit. Tudo isso perpassa por um processo de aprendizado. Podemos entender que quem não teve o que desejou ou idealizou deve tirar da experiência um aprendizado. Nós, espíritos, precisamos desenvolver habilidades, e todas essas funções nos convidam a desenvolver habilidades para que possamos aprender a nos relacionarmos com o mundo de forma madura e que agregue valor ao espírito. Portanto, o “plano B” nos convida a sair da fantasia do idealizado para a realidade do que acontece de concreto em nossas vidas que sempre tem algo a nos ensinar.

Autor: Luciano Menezes